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Enfermeiros fazem protesto com vaias em frente ao comitê de Mersinho Lucena, filho do prefeito de João Pessoa

Os manifestantes registraram o momento e publicaram o vídeo nas redes sociais.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
21/09/2022 às 13h31 Atualizada em 23/09/2022 às 10h59
Enfermeiros fazem protesto com vaias em frente ao comitê de Mersinho Lucena, filho do prefeito de João Pessoa
Profissionais da Enfermagem protestam pedindo o piso salarial para a categoria. (Foto: Reprodução).

A classe dos enfermeiros segue realizando manifestações pelo Estado da Paraíba em busca de garantir o piso para a categoria. E na manhã de hoje (21), em João Pessoa, os manifestantes protestaram em frente ao comitê de campanha de Mersinho Lucena (PP), filho do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP).

Os manifestantes registraram o momento do protesto e publicaram o vídeo nas redes sociais. Foram ouvidos vaias e gritos contra o candidato a deputado federal pelo Progressistas.

Segundo informações de integrantes do movimento, o prefeito da capital é contra o pagamento do piso da enfermagem. 

Confira o vídeo!

Luta dos enfermeiros

Os profissionais da enfermagem estão realizando nesta quarta-feira (21), uma paralisação nacional para pedir o piso salarial para a categoria.

No dia 4 de setembro, Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro que cria o piso salarial da enfermagem.

A decisão é até que sejam analisados os dados orçamentários de estados, municípios, órgãos do governo federal, conselhos e entidades da área da saúde sobre o impacto financeiro para os empregadores e para evitar o risco de demissões.

O prazo é de 60 dias para que sejam enviadas as informações ao STF.

O piso

O piso salarial seria de R$ 4.750,00 (quatro mil, setecentos e cinquenta reais) para os setores públicos e privados. O valor ainda serviria de referência para cálculo do mínimo salarial para técnicos de enfermagem (70%), auxiliares de enfermagem (50%) e parteiras (50%).

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