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Lucas Braga fala sobre o que motivo fim da parceria com vereador Carlos José: “Ele vive embriagado, falando inverdades e com uma arma na cintura”

A declaração ocorreu em um programa radiofônico exibido na quinta-feira (22).

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
22/04/2022 às 14h51 Atualizada em 25/04/2022 às 15h13
Lucas Braga fala sobre o que motivo fim da parceria com vereador Carlos José: “Ele vive embriagado, falando inverdades e com uma arma na cintura”
Lucas Braga (PSDB) falou sobre o término de sua parceria com o vereador Carlos José (Foto: Debate Paraíba)

Em participação no programa “Olho Vivo”, da TV Diário do Sertão, o prefeito de Marizópolis, Lucas Braga (PSDB), afirmou que o vereador Carlos José vive embriagado e que anda armado nos bares da cidade. A declaração foi ao ar no programa de ontem (21).

Perguntado sobre o motivo do seu afastamento com o vereador Carlos José após anos de parceria, o prefeito de Marizópolis, Lucas Braga, afirmou que ele anda embriagado e começou a falar do gestor pelos bares da cidade e a realizar “denúncias infundadas”.

“Eu entrego a Deus porque eu não entro no discurso dele, pois ele não merece meu apoio devido à sua postura. É um cara que só vive embriagado no meio da rua, querendo desfazer dos pais de família. É o jeito dele e cada um leva a sua vida do jeito que quer. Não sou obrigado a respondê-lo quando ele fica estimulando o ódio e a discórdia”, declarou.

Lucas também falou que falta sensatez e respeito nas ações do parlamentar.

“Que Deus o coloque num bom lugar e que ele seja uma pessoa mais sensata e mais respeitosa, que é o que falta muito nele. Ele é um policial e tem a missão de cuidar das pessoas. Ele é parlamentar e tem que trabalhar para o povo e não ficar com picuinha para tentar denegrir a nossa imagem. Mas aquele ditado, a gente só atira pedras em árvores que têm frutos”, afirmou.

Por fim, ao ser questionado qual foi o estopim do fim do apoio e da parceria dos dois, Lucas disse que Carlos José que começou a falar demais nos bares da cidade.

“Não foi falta de diálogo, mas o maior problema é ele, nas esquinas e bares, chamar palavras torpes sobre mim. O meu trabalho e minha obrigação é trabalhar pelo povo. O que ele vem fazendo não me atinge. Estou muito tranquilo. Uma pessoa que anda em bares bebendo e com arma na cintura, infelizmente não combina. As pessoas se afastam de pessoas assim”, concluiu.

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