
O chororô dos aliados do prefeito de Sousa Fábio Tyrone (PSB) ainda está longe de acabar. Tudo por causa da derrota vergonhosa de Lindolfo Pires (Podemos).
Mais uma vez a história se repetiu, e Lindolfo ficou em 2º lugar na votação em Sousa. Estranho mesmo seria se ele fosse o 1º né não? Lindolfo repetiu as mesmas práticas que já lhe são comuns, e passou novamente os últimos 4 anos somente na ponte aérea entre João Pessoa e o RJ, onde um de seus filhos estuda.
Quando vinha na cidade, se escondia nos escritórios refrigerados, e nos jantares regados a um bom whisky 12 anos, onde varava as madrugadas.
E o povo? O povo já estava resolvido, com a porção generosa de empregos do aparelhamento dos órgãos do Estado e dá Prefeitura, que trabalharam para elege-lo, era o que pensava.
Lindolfo esperava que mais uma vez o curral eleitoral fosse funcionar, o que acabou não acontecendo. Zé Célio (PPS), que em minha opinião foi o grande vencedor de 2018, derrotou o trator Lindolfista, que no fim da noite do dia 7, se transformou em uma rural com o motor batendo Biela.
Os aliados de LP ao tomarem conhecimento de uma pesquisa na terça-feira antes da eleição, caíram em campo tentando reverter a maioria, que naquele momento era muito mais elástica do que foi.
Do lado dos Gadelha, erros que acabaram levando a derrota de todos os candidatos do grupo foram registrados.
Renato e sua intransigência em não abrir mão da candidatura para André, mesmo sabendo que sua densidade eleitoral era, e ainda é bem menor do que a do ex-prefeito, acabou sendo decisivo para a derrota acachapante do grupo todo.
Cometeu os mesmos erros de Lindolfo, em passar 4 anos afastado da cidade, e quando as poucas vezes que chegava por aqui, sequer procurava os aliados, preferindo uma sala trancada com um bom ar condicionado, além de passar por muitos aliados, sem cumprimenta-los.
Leonardo Gadelha, foi de longe o mais prejudicado com as decisões do seu grupo. Enquanto André puxaria pra cima, o que poderia fazer sua votação repetir a do seu pai (Marcondes) 4 anos antes, que obteve quase 15 mil votos somente em Sousa, Renato o puxou pra baixo, fazendo com que não chegasse a 10 mil.
Gesto - Um auxiliar de uma prefeitura ao tomar conhecimento da derrota de Lindolfo, e o processo de caça às bruxas, que seria iniciado, teria tentado dar cabo de sua vida, sendo contido por amigos e familiares.
Tresloucado – Esse mesmo auxiliar teria votado, recebido e trabalhado para outro candidato, e ficou com medo de receber o TIyphone.
Quem tem, tem – Lindolfo pode, e deve assumir uma vaga na AL/PB, mas a situação é muito diferente.
Quem não tem, não tem – Quem não tem mandato não nomeia funcionários nos gabinetes, uma vez que a praxe é o titular manter os seus nomeados.
O Amor – Se o romance ainda estiver de pé, um casal promete ser a coqueluche das eleições 2020.
Está no Ar – O namoro, pode unir dois grupos rivais, ao ponto de uma chapa
improvável já começar a ser ventilada.
É aguardar pra ver.