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Diretora denuncia empresas de seguro DPVAT por assédio contra servidores do Hospital Regional de Sousa; presidente da ANPS publica nota de repúdio

Palomma Abrantes afirma que as seguradoras, com a finalidade de obtenção de documentos médicos, hospitalares e captação de clientes, realizam abordagens assediantes a pacientes, funcionários e médicos do nosocômio.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
01/11/2023 às 10h11 Atualizada em 01/11/2023 às 12h53
Diretora denuncia empresas de seguro DPVAT por assédio contra servidores do Hospital Regional de Sousa; presidente da ANPS publica nota de repúdio
Palomma Abrantes afirma que as seguradoras, com a finalidade de obtenção de documentos médicos, hospitalares e captação de clientes, realizam abordagens assediantes a pacientes, funcionários e médicos do nosocômio. (Foto: Reprodução).

O Ministério Público da Paraíba instaurou um procedimento administrativo para apurar possível crime de assédio contra servidores e pacientes do Hospital Regional de Sousa (HRS), cometido em tese, por funcionários das seguradoras, WF Seguros DPVAT e Veras Seguros DPVAT.

A denúncia (noticia de fato nº 046.2023.002675) contra as seguradoras foi protocolada, nessa terça-feira (31), na 7ª Promotoria de Justiça de Sousa, por Palomma Pereira de Abrantes Lopes, diretora do HRS.

Na acusação, a Palomma Abrantes afirma que as seguradoras, com a finalidade de obtenção de documentos médicos, hospitalares e captação de clientes, realizam abordagens assediantes a pacientes, funcionários e médicos do nosocômio.

Presidente da Associação Nacional dos Procuradores de Seguros (ANPS) publicou uma nota de repúdio.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores de Seguros, Carlos Ademir Veras, publicou uma nota de repúdio contra a denúncia protocolada pela direção do Hospital Regional de Sousa.

De acordo com Ademir Veras, todos os pacientes têm direito ao recebimento de seus prontuários médicos em um prazo máximo de 6 dias úteis. No entanto, segundo ele, a atual direção estabeleceu um prazo de 90 dias, o que tem causado grande transtorno às vítimas de trânsito, que precisam do documento para acessar seus direitos securitários.

Em nota, o presidente da ANPS também afirma que a direção do nosocômio não entende que as vítimas acidente de trânsito  precisam de ter acesso o mais breve possível aos seus prontuários médicos.

O caso está sendo investigado pelo Promotor de Justiça Dr. Manoel Pereira de Alencar.

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