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Vereador pretende anular eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Marizópolis; presidente eleito contesta

O vereador também disse que vai protocolar uma ação judicial, com o pedido de concessão de liminar, no poder judiciário também para pedir a anulação do pleito.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
13/12/2022 às 10h17 Atualizada em 13/12/2022 às 11h37
Vereador pretende anular eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Marizópolis; presidente eleito contesta
O vereador também disse que vai protocolar uma ação judicial, com o pedido de concessão de liminar, no poder judiciário também para pedir a anulação do pleito. (Foto: Reprodução).

O vereador Francisco Alexandre (PSDB), vai apresentar requerimento na Câmara Municipal de Marizópolis pedindo a anulação da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal, referente ao biênio 2022/2023. 

O documento será protocolado na quarta-feira (14) na Secretária da Câmara, juntamente com um pedido de sessão extraordinária para julgamento do feito pelos vereadores, uma vez que o período ordinário de 2022 se encerra nesta terça-feira (13). 

Em contato com a reportagem do Portal Debate Paraíba, o vereador também disse que vai protocolar uma ação judicial, com o pedido de concessão de liminar, no poder judiciário também para pedir a anulação do pleito. 

Nos pedidos que serão protocolados tanto no poder legislativo marizopolense como no poder judiciário paraibano, Francisco Alexandre alega que a eleição realizada em 2020 e elegeu, de forma antecipada, o vereador Miguel Neto para o segundo Biênio, está eivada de irregularidades, uma vez que o vereador Fábio Júnior, que estava preso na Colonial Penal Agrícola do Sertão, na cidade de Sousa, votou de forma remota, através de vídeo conferencia, e a sessão ocorrera de forma presencial, disse o vereador.

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O Outro lado

Já o presidente Eleito Miguel Neto, que assumi o poder legislativo a partir de janeiro de 2023, contestou a versão apresentado por Francisco Alexandre ao afirmar que o tema levantado pelo parlamentar já foi superado pelo poder judiciário e pelo próprio poder legislativo marizopolense.

“Estamos tranquilo porque temos a certeza que a nossa eleição foi realizada respeitando a lei e o regimento interno da Casa. A tentativa de voltar a debater esse tema já superado é apenas resquícios de uma disputa política partidária que não tem fim em nossa cidade. Essa política não constrói e apenas tenta tumultuar o poder legislativo”, afirmou.

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