
Neste final de semana, o município de Pombal registrou casos lamentáveis de violência doméstica e ameaças de morte às vítimas. Nas ocorrências atendidas por guarnições da Polícia Militar, os suspeitos foram presos e conduzidos à delegacia de Polícia Civil.
O primeiro fato ocorreu por volta das 4h30 da madrugada deste domingo (28), quando o acusado identificado como Geânio Fernandes de Almeida, teria invadido a residência de sua ex-companheira e ameaçou atear fogo, chegando a abrir as "bocas do fogão".
A vítima ao perceber a ação, conseguiu foragir rapidamente e acionou a Polícia Militar, que ao comparecer no local, conseguiu efetuar a prisão do acusado. De acordo com informações, a mulher relatou aos militares que havia sido agredida fisicamente por ele há cinco dias, por não aceitar o fim do relacionamento.
O segundo caso de violência doméstica ocorreu contra a senhora Edvania dos Santos Ferreira, quando o seu irmão identificado como Diego Manoel dos Santos Ferreira, teria chegado na sua casa pedindo bebida alcóolica e a vítima recusou a dar.
Em seguida, o suspeito passou a proferir palavras de baixo calão e a ameaçou de morte. Momentos depois, Diego Manoel pegou uma pedra e arremessou contra a cabeça de sua irmã. Em ato continuo, o homem ainda pegou um pedaço de pau para continuar as agressões, porém foi impedido pelo filho da vítima que lhe atingiu com uma pedrada na cabeça.
Novamente a Polícia Militar foi acionada e conduziu o agressor à delegacia de Polícia Civil, para serem realizados os procedimentos cabíveis.
O terceiro caso teve como acusado o popular José da Silva Carvalho, que apresentando fortes sintomas de embriaguez alcóolica, teria chegado na residência da senhora Erivânia de Sousa Firmino, quebrou diversos objetos e em seguida desferiu um tapa em seu rosto.
O agressor ainda chegou a dizer a vítima que se ela chamasse a polícia iria ser pior. Temendo algo maior, Erivânia de Sousa procurou à delegacia de Polícia Civil e formalizou uma queixa contra o homem.
Nos dois primeiros casos, o juiz plantonista Dr. Bruno Medrado dos Santos, requereu as prisões preventivas dos acusados, sendo estes em seguida levados à Cadeia Pública de Pombal. Já no terceiro caso, o juiz entendeu que não era necessário a prisão preventiva do acusado, porém, foram impostas algumas restrições, dentre elas: a proibição do agressor de contato com a vítima, seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação.