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Padrasto é acusado de assassinar criança de apenas três anos por meio de espancamento em Cajazeiras

As partes envolvidas foram conduzidas à Central de Polícia Civil para serem apresentados a autoridade policial judiciária e serem adotados os procedimentos que determina a Lei.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
16/08/2021 às 10h00 Atualizada em 17/08/2021 às 20h39
Padrasto é acusado de assassinar criança de apenas três anos por meio de espancamento em Cajazeiras
As partes envolvidas foram conduzidas à Central de Polícia Civil para serem apresentados a autoridade policial judiciária e serem adotados os procedimentos que determina a Lei (Foto: Reprodução)

Um caso lamentável de espancamento que culminou na morte da pequena Ana Laura Tavares Bandeira que tinha apenas 3 anos, foi registrado na tarde de ontem (15), no município de Cajazeiras, interior da Paraíba.

De acordo com informações, a criança teria dado entrada no Hospital Regional de Cajazeiras com graves escoriações na região abdominal, porém não resistiu a gravidade dos ferimentos e veio a óbito momentos depois. O setor de Assistência Social da unidade hospitalar ao presenciar o fato, de imediato acionou a Polícia Militar através do 190, e posteriormente uma guarnição de serviço esteve no local.

Os militares teriam sido informados que o jovem Matheus Quirino da Silva de 21 anos, que é padrasto de Ana Laura, após deixar a vítima com sua genitora Daniele Tavares Bandeira de 24 anos no hospital, teria se evadido com um homem que teria prestado socorro à criança. 

Posteriormente Matheus Quirino retornou ao HRC com o homem e ambos foram abordados por uma guarnição da Força Tática. Em conversa com os policiais, Matheus relatou que ele teria realmente causado as lesões na criança que culminaram em sua morte.

Diante dos fatos, as partes envolvidas foram conduzidas à Central de Polícia Civil para serem apresentados a autoridade policial judiciária e serem adotados os procedimentos que determina a Lei. O fato causou revolta em toda a população do interior da Paraíba.

Padrasto relata como o fato ocorreu:

Mãe da criança relata a sua versão:

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