
A prefeita interina de Sousa, Amanda Silveira, realizou nesta segunda-feira (12) uma visita técnica à Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada no Núcleo Habitacional II, na região do Perímetro Irrigado de São Gonçalo. A gestora esteve acompanhada do superintendente do Departamento de Água, Esgotos e Saneamento Ambiental de Sousa (DAESA), Inojosa Primeiro Neto.
Durante a visita, Amanda Silveira destacou que a construção da ETA representa um avanço significativo para o município, ao garantir maior segurança hídrica e ampliar a capacidade de atendimento à população, especialmente nas áreas historicamente afetadas por problemas no abastecimento.
“É um momento de muita alegria estarmos fazendo parte da realização desse sonho. Sabemos da importância de a água chegar com regularidade às torneiras, e continuaremos trabalhando para que toda a população seja plenamente beneficiada”, afirmou a prefeita interina.
A gestora também ressaltou as ações desenvolvidas pelo DAESA nos últimos anos. Além dos investimentos realizados na região de São Gonçalo, Amanda anunciou que, em breve, será inaugurado o fossão, obra que beneficiará moradores de dois bairros do município, fortalecendo as políticas de saneamento básico.
Por sua vez, o superintendente do DAESA, Inojosa Primeiro Neto, classificou a iniciativa como um feito inédito na história da autarquia e relembrou que os problemas no abastecimento de água em Sousa se arrastavam há décadas.
“Há mais de 20 anos, desde 2006, a cidade de Sousa enfrenta dificuldades no abastecimento, especialmente aos fins de semana. Toda sexta-feira era necessário suspender o fornecimento em toda a cidade para que a água pudesse retornar e atender regiões como os Núcleos Habitacionais de São Gonçalo”, explicou.
Segundo Inojosa Neto, a realidade começou a mudar com investimentos estruturantes realizados pela atual gestão. “Com a implantação da ETA do Núcleo III, também durante nossa gestão, hoje conseguimos atender o próprio Núcleo III, o Conjunto CEHAP e parte do Projeto Mariz, garantindo mais regularidade e eficiência no sistema de abastecimento”, concluiu.