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PF deflagra duas operações na PB e cumpre mandado expedido pela 8ª Vara Federal de Sousa

PF combate abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet no município de Picuí

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
14/05/2024 às 09h58 Atualizada em 15/05/2024 às 10h13
PF deflagra duas operações na PB e cumpre mandado expedido pela 8ª Vara Federal de Sousa
PF combate abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet no município de Picuí. (Foto: Divulgação).

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (14/5), duas operações em municípios do interior da Paraíba que tiveram como objetivos combater possíveis crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e abuso sexual infanto-juvenil.

Na Operação Signare foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela 8ª Vara Federal de Sousa/PB, o qual foi cumprido na residência do servidor público da prefeitura municipal de Belém do Brejo do Cruz. O agente público é acusado de possíveis crimes de falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

Durante as investigações da PF, apurou-se haver indícios de que um servidor público do município estaria adulterando declarações de viabilidade técnica da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba, bem como falsificando assinaturas de servidores deste órgão público estadual, com o objetivo de conseguir liberação de recursos da Caixa Econômica Federal para pavimentação de vias urbanas municipais.

PF combate abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet no município de Picuí

Também na manhã de hoje (14), Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo Guardião, que tem como objetivo combater a posse e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil envolvendo crianças e adolescentes. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela Vara da Comarca de Picuí/PB.

A operação teve início a partir do monitoramento desse tipo de conteúdo circulando na internet. As pessoas que estavam armazenando material de abuso sexual infantojuvenil podem ser presas em flagrante delito e responder pelo crime de adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de abuso sexual infantojuvenil contendo crianças e adolescentes.

A operação visa identificar e responsabilizar não apenas autores do armazenamento, mas também quem compartilha, comercializa e produz abuso sexual infantil. Somadas, as penas podem passar de 10 anos de prisão.

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