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Proibido de se encontrar com pessoas ligadas a gestão municipal, Bosco Fernandes se ‘arrisca’ e entra na campanha em Uiraúna; entenda!

Bosco é visto por aliados e adversários como “comportamento de risco”, onde estaria descumprindo as restrições imposta pelo STF.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
09/11/2020 às 18h48 Atualizada em 10/11/2020 às 16h29
Proibido de se encontrar com pessoas ligadas a gestão municipal, Bosco Fernandes se ‘arrisca’ e entra na campanha em Uiraúna; entenda!
Bosco é visto por aliados e adversários como “comportamento de risco”, onde estaria descumprindo as restrições imposta pelo STF. (Foto: Reprodução).

O prefeito afastado de Uiraúna, sertão da Paraíba, João Bosco Nonato Fernandes (PSDB), mergulhou de cabeça na campanha eleitoral deste ano. Segundo informações, fotos e vídeos que circulam nas redes sociais onde o gestor, principal alvo da Polícia Federal na operação “Pés de Barro”, tem reunido fornecedores da prefeitura e pessoas ligadas a gestão municipal para pedir apoio em prol da candidata de oposição, Leninha Romão (PP).

Bosco foi preso no dia 21 de dezembro do ano passado, como consequência da deflagração da operação da Polícia Federal. O ex-gestor prefeito foi flagrado colocando na cueca R$ 25 mil de propinas pagas por um empresário. Ele deixou a cadeia no mês de maio deste ano, com a obrigação de cumprir medidas cautelares.

Bosco é proibido de encontrar qualquer servidor da prefeitura ou desenvolver atividades relacionadas com a administração municipal. Supostas fotos e vídeos mostram ele se encontrando com fornecedores da prefeitura, além de está em visitas pedindo voto ‘porta a porta’, no município sertanejo.

Segundo o que apurou o Portal Debate Paraíba, Bosco é visto por aliados e adversários como “comportamento de risco”, onde o ex-gestor estaria o descumprindo as restrições imposta pelo STF.

A operação "Pés de Barro" investiga acusações de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e formação de organização criminosa. De acordo com informações de bastidores, um dossiê está sendo elaborado por adversários para ser remetido à Polícia Federal nos próximos dias.

O caso investigado pela PF era conduzido pelo ministro Celso de Mello. Com a aposentadoria dele, o caso deve ficar a cargo do Ministro Nunes Marques, empossado recentemente no STF.

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