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É alta procura para imóveis de campo em função do Covid-19

Os Paraibanos estão passando a quarentena em Bananeiras ou em Gurinhém, dois redutos de casas de campo mais tradicionais do Estado.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
02/09/2020 às 16h02 Atualizada em 02/09/2020 às 16h10
É alta procura para imóveis de campo em função do Covid-19
Os Paraibanos estão passando a quarentena em Bananeiras ou em Gurinhém, dois redutos de casas de campo mais tradicionais do Estado. (Foto: Reprodução).

Imóveis no campo registram alta procura com a pandemia do coronavírus. Casas em condomínios longe de metrópoles são buscadas para passar temporada na quarentena e também em definitivo, por exemplo, diz o empresário George Ramalho Barbosa. Apesar de o público ser majoritariamente de classe alta, outras classes sociais também buscam locais com maior isolamento.

Os Paraibanos estão passando a quarentena em Bananeiras ou em Gurinhém, dois redutos de casas de campo mais tradicionais do Estado. De acordo com George Ramalho, as pessoas veem a o campo como opção de retiro por ter boa infraestrutura, ótima qualidade de ar e baixo número de casos de contaminação pelo coronavírus.

“Sempre tivemos muitas pessoas querendo mudar para o campo após a aposentadoria, mas poucos na faixa dos 40 anos”, conta o diretor George Ramalho. “E foi justamente nesse perfil que sentimos o maior aumento (durante o isolamento social)”.

George Ramalho acredita que a pandemia irá trazer uma nova onda de pessoas que não enxergam a solução apenas como um retiro emergencial, mas como opção de moradia, por entenderem que já não é necessário viver nas grandes cidades para manter a atividade profissional. “A pandemia tem mostrado para todos que a internet e as mídias sociais têm mais força ainda do que se imaginava”, reflete.

“A pandemia fez com que as pessoas tivessem que mudar os seus hábitos e se atentassem para a transição de um lugar caótico para um mais tranquilo”, confirma o empresário George Ramalho, Diretor da Coenco Construções. Segundo ele, o isolamento fez ainda com que os clientes “procurassem um plano B para não ficarem reféns dentro de um apartamento agora”.

Para George Ramalho, no entanto, a tendência é que essas pessoas voltem para a metrópole ao final da quarentena e mantenham um imóvel de backup em caso de necessidade.

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