
O vereador Antônio Filho (PR) do município do Lastro, Sertão da Paraíba, procurou a reportagem do portal Debate Paraíba nesta quarta-feira (12) para noticiar que o prefeito, Athaíde Gonçalves (Cidadania), não vem empregando os recursos públicos destinados ao combate ao coronavírus, dentro da legalidade.
De acordo com o vereador, em pesquisa realizada no portal da transferência, constatou que Prefeitura Municipal do Lastro, referente as ações de saúde e combate a pandemia do novo coronavírus, recebeu a importância suplementar de R$ 1.369.938,65 (um milhão trezentos e sessenta e nove mil novecentos e trinta e oito reais e sessenta e cinco centavos), sendo que, até a presente data o gestor municipal só comprovou gastos na importância de R$ 377.988,93 (trezentos e setenta e sete mil novecentos e oitenta e oito reais e noventa e três centavos).
Antônio Filho, também disse que ao analisar os balancetes da edilidade municipal e descobriu que não há mais dinheiro nas contas vinculadas ao combate a pandemia da covid-19. “Eu encontrei foi um rombo de quase um milhão de reais”, disse o paramentar. Clique aqui e veja as despesas gastas.
O vereador ainda noticiou que do valor gasto pelo prefeito Ataíde de R$ 377.988,93, houve pagamento de R$ 76.560,00 (setenta e seis mil quinhentos e sessenta reais) com gêneros alimentícios; R$ 146.265,54 (cento e quarenta e seis mil duzentos e sessenta e cinco reais e cinquenta e quatro centavos) de material hospitalar e medicamentos; R$ 18.222,33 (dezoito mil duzentos e vinte e dois centavos e trinta e três centavos) com exames laboratoriais; R$ 116.557,06 (cento e dezesseis mil quinhentos e cinquenta e sete reais e seis centavos) de auxílio financeiro e serviços e R$ 10.384,00 (dez mil trezentos e oitenta e quatro reais) de materiais de construção, sendo que, não se sabe para onde foram os itens adquiridos, haja vista que não estar havendo aula presencial, bem como, a população reclama diariamente da falta de medicação e assistência no hospital.
Por fim, o vereador afirmou, que neste mês de agosto, devido o gestor municipal, não horar com o pagamento das contribuições previdenciárias, o INSS reteve recursos da ordem de R$ 168.000,00 (cento de sessenta e oito mil reais) das contas da prefeitura. “Não Existe bloqueio nas contas referente ao INSS, mas retenção, uma vez que, o gestor municipal não vinha pagando mensalmente as contribuições”, disse Antônio Filho.