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Chefe e assistentes especiais de vereadores da Câmara de Sousa solicitaram auxílio emergencial

Servidores da Câmara Municipal de Sousa estão na lista que receberam auxilio emergencial.

Por: Redação Fonte: Leonardo Alves, Da Redação do Debate Paraíba
20/07/2020 às 18h30 Atualizada em 21/07/2020 às 18h49
Chefe e assistentes especiais de vereadores da Câmara de Sousa solicitaram auxílio emergencial
Servidores da Câmara Municipal de Sousa estão na lista que receberam auxilio emergencial. (Foto: Reprodução).

A CGU (Controladoria-Geral da União) identificou quatro servidores públicos municipais que exercem cargos comissionados na Câmara Municipal de Sousa que solicitaram o benefício do auxílio emergencial de forma indevida. A informação foi divulgada pela CGU após um levantamento que apontou que cerca de 19.298 funcionários públicos paraibanos receberam os recursos do programa de forma irregular.

Conforme os documentos que o portal Debate Paraíba teve acesso, dos quatro servidores públicos de cargos comissionados da Câmara de Sousa, que estão inscritos no auxílio emergencial de forma indevida, três trabalham como assistente especial de vereador (José Henrique Lucena Alves, Natália Marina Abrantes Batista e Rayane Sarmento Batista), com salários de R$ 2.110,80; e a servidora Maria Letícia de Sousa Albuquerque, exerce o cargo de chefe assistente de vereador, salário de R$ 2.603,73. Além dos servidores que exercem cargos comissionados na lista também consta um servidor efetivo e outro contratado por excecional interesse público.

O Outro Lado

A nossa redação entrou em contato com presidente da Câmara Municipal de Sousa, o vereador Radamés Gênesis Marques Estrela (PDT), para falar sobre o assunto. O presidente, disse que recebeu uma ligação da CGU e vai aguardar o envio de documentos por parte do órgão fiscalizador. “Recebi uma ligação da CGU, e vão me enviar um e-mail, assim que chegar o e-mail, irei me reunir com o jurídico”, afirmou o presidente.

Servidor público pode receber auxilio emergencial

O benefício de R$ 600 — ou R$ 1.200 para mães chefes de família — é destinado a trabalhadores informais, MEIs (microempreendedores individuais), autônomos e desempregados, e não pode ser pago a agentes públicos, mesmo que temporários.

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