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Após falhas em sistema de matrículas, aulas da rede estadual são atrasadas em uma semana

Antes previsto para começar na próxima segunda (07), elas agora começarão dia 14.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
04/02/2022 às 13h02 Atualizada em 05/02/2022 às 16h20
Após falhas em sistema de matrículas, aulas da rede estadual são atrasadas em uma semana
Aulas começam no dia 14 de fevereiro (Foto: Clarissa Paiva/Divulgação)

Optando pelo formato híbrido, o Secretário da Educação e da Ciência e Tecnologia, Claudio Furtado, anunciou que as aulas da rede estadual de ensino começarão no dia 14 de fevereiro. Anteriormente, as mesmas estavam previstas para começar na próxima segunda-feira (07), porém devido aos casos de inconsistências nas matrículas dos alunos, foi preciso adiar em uma semana.

Segundo o secretário, as etapas de cadastro e encaminhamento para confirmação da matrícula estavam dando erro.

“Chegamos a um número de cadastrados, de confirmados, muito bom, ou seja, mais de 250 mil de alunos já cadastrados, mostrando que a rede vai ter uma dimensão pelo menos igual ou maior do que o ano passado, mas as outras etapas às vezes tinham alguns erros de validação e impedia a finalização da matrícula que é a geração da turma”, afirmou.

Claudio explicou como os erros estavam acontecendo nas matrículas.

“Um determinado aluno se matricula para fazer o 1º ano do Ensino Médio em uma determinada localidade. Ele, na segunda opção da matrícula, tinha que escolher a modalidade de ensino. Se ele escolhesse errado a modalidade de ensino que ele ia fazer isso faz com que não apareça determinada escola que ele pretende se matricular. Ele não ia para frente e dava erro naquela matrícula. A gente resolveu corrigir essas inconsistências para devolver, ou seja, para o aluno, para que ele possa corrigir e terminar a efetividade da sua matrícula e nós pudermos formar a turma”, ressaltou.

Assim, as aulas ficaram para o dia 14 de fevereiro. Será de forma híbrida, ou seja, 50% de forma presencial e 50% de forma remota, com rodízio de turmas de até 50% dos alunos. É preciso que o estudante esteja com vacinação completa, assim como os profissionais dentro da escola. É obrigatório o uso de máscara.

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