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"Governo fraco e sem obras estruturantes": Relembre as críticas de Romero Rodrigues e Pedro Cunha Lima ao governo de João Azevêdo

Romero Rodrigues afirmou que o governo de João Azevêdo seria fraco e sem obras estruturantes.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
27/10/2021 às 15h59 Atualizada em 27/10/2021 às 17h36
Romero Rodrigues afirmou que o governo de João Azevêdo seria fraco e sem obras estruturantes. (Foto: Reprodução).

Um traço em comum entre o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, presidente do PSD paraibano e o deputado federal, Pedro Cunha Lima (PSDB) que preside o tucanato no Estado é que ambos já teceram severas críticas à administração do governador do Estado, João Azevêdo (Cidadania). Para Pedro, que é filho de Cássio, João foi o maior beneficiado do esquema de corrupção investigado pela Operação Calvário, já Romero disse há uns três meses em entrevistas que o governador tem uma gestão fraca, sem obras estruturantes.

Na postagem de Pedro Cunha Lima em suas redes sociais, o deputado indaga o governador: “João Azevêdo é o maior beneficiário da quadrilha Girassol”, disse Pedro associando João ao esquema da Operação Calvário, que teve como alvo a administração do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) que foi o principal aliado do atual chefe do executivo na campanha de 2018. 

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Pedro Cunha Lima criticou João Azevêdo quando o governador foi alvo da Operação Calvário. (Foto: Reprodução/RedesSociais).

Já Romero, em recente entrevista ao Blog do Jordan Bezerra, fez uma avaliação sobre do governo João Azevêdo. Para Romero Rodrigues a gestão estadual seria fraca e sem nenhuma obra estruturante. Noutra entrevista, desta vez ao Jornal da Paraíba, Romero afirma não querer vínculo com João Azevêdo, e dispara: “Sou pré-candidato a Governador”, completa.

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Ainda durante entrevistas concedida há meses atrás, Romero foi indagado como é que ele avaliava, o governo do governador João Azevêdo?. Romero respondeu: “Governo fraco, não existe uma obra estruturante, consistente. Se o governo encerrasse hoje, certamente não poderíamos citar uma obra estruturante que realmente possa representar o governo dele. Vemos como o sertão está precisando de demandas importantes. No período da Covid faltou uma estrutura de saúde compatível, que fosse implantada na região, e que pudesse salvar vidas, o sertão sentiu essa necessidade. Patos poderia ter um equipamento compatível”, afirmou. Assista abaixo!

Já ao Debate Paraíba, durante entrevista no mês de julho deste ano, Romero comentou sobre sua pré-candidatura e falou da possibilidade de peregrinação pelos municípios paraibanos, incluído os localizados no sertão do Estado. Naquela oportunidade, Romero aproveitou e agradeceu aos membros PSDB, em especial ao ex-senador Cássio Cunha Lima, aos deputados federais Pedro Cunha Lima, Ruy Carneiro e a deputada Federal Edna Henrique que foram fundamentais na tomada de decisão do partido em apoiar a sua pré-candidatura ao governo da Paraíba. O ex-prefeito também teceu críticas ao governo de João Azevêdo. Assista a baixo!

Membros da oposição como exemplo o deputado Walber Virgolino, viu a postura de Romero Rodrigues como uma traição e fraqueza: “Eles marcaram a história na política de forma negativa. O grupo de Romero marcou a história política com traição. Essa é uma atitude é de fraqueza, Romero e sua turma se venderam ao governador João Azevêdo. A decisão tomada por Romero é indecente e vergonhosa”, disse. 

A informação sobre a provável desistência do ex-prefeito de disputar o Governo pela oposição, que também é presidente do PSD da Paraíba, ocorre em meio à articulação do partido a nível nacional para pleitear a vaga de vice na chapa do governador João Azevêdo (Cidadania) no pleito do ano que vem.

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