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Crise do teto de gastos e demissões na Economia levam dólar a R$ 5,71

Na quarta-feira (20/10), moeda teve alta de quase 2%, chegando a R$ 5,66. Na quinta-feira, 4 secretários da Economia deixaram os cargos

Por: Redação Fonte: Metrópoles
22/10/2021 às 10h43
Crise do teto de gastos e demissões na Economia levam dólar a R$ 5,71
Foto: Jorge Araújo/Fotos Publicas

Nesta sexta-feira (22/10), o dólar segue em alta em meio a uma debandada de secretários do Ministério da Economia, causada por desentendimentos sobre a possibilidade de furar o teto de gastos para acomodar o valor de R$ 400 para os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que substituirá o Bolsa Família.

A moeda teve alta de 0,70%, chegando a R$ 5,71. Na quarta-feira (20/10), o dólar teve alta de quase 2%, chegando a R$ 5,66. Na maior cotação do dia, foi a R$ 5,6889, renovando máximas que não eram vistas desde abril.

As movimentações negativas são uma reação principalmente à demissão de quatro secretários da equipe econômica do governo federal. O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, se demitiram na tarde de quinta-feira (21/10), após o fechamento da Bolsa.

Após Funchal e Bitterncourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araújo, também pediram exoneração por razões pessoais.

Além do desfalque na equipe econômica, outra demissão surpreendeu o mercado, a saída do secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, José Mauro Coelho.

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