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Denúncia: Urubus se alimentam de resto de animais em matadouro público da cidade São José da Lagoa Tapada

Imagens mostram estado de abandono, a falta higiene e condições sanitárias para funcionamento do matadouro público do Município de São José da Lagoa Tapada.

Por: Redação Fonte: Leonardo Alves, Da Redação do Debate Paraíba
27/03/2020 às 16h08 Atualizada em 30/03/2020 às 13h40
Denúncia: Urubus se alimentam de resto de animais em matadouro público da cidade São José da Lagoa Tapada
Matadouro público do Município de São José da Lagoa Tapada está em completo abandono. (Foto: Reprodução).

Um Vídeo e fotografias enviadas à redação do Portal Debate Paraíba, nesta sexta-feira (27) pelo vereador Evandro Vicente da Silva (Cidadania), mostra o estado de abandono, a falta higiene e condições sanitárias para funcionamento do matadouro público do Município de São José da Lagoa Tapada, no sertão paraibano.

Conforme as imagens, no entorno do local, que fica as margens da PB 348, a 1km da entrada da cidade, são descartadas carcaças e restos dos animais abatidos que servem de alimento aos urubus aglomerados sob o teto e as paredes sujas e deterioradas do matadouro.  

De acordo com o vereador, a carne dos animais abatidos no insalubre matadouro é comercializada e consumida pela população do município, o que caracteriza um crime de saúde pública. “Nos consumimos a carne que vem dali. Um local sem higiene e nem condições de funcionamento. Como ele está, já era para ter sido fechado”, disse Evandro.

O Outro Lado

A Prefeitura Municipal de São José da Lagoa Tapada enviou uma nota esclarecendo informações sobre o matadouro público municipal. 

COMUNICADO

A Prefeitura Municipal de São José da Lagoa Tapada-PB, vem em público esclarecer que, por determinação das secretarias responsáveis pelo funcionamento do Matadouro Público do Município, suas atividades serão provisoriamente suspensas a partir do dia 30 de março de 2020, em virtude de uma reforma no prédio.

Registra-se que foi determinado pelo referido órgão a imediata interdição do estabelecimento, bem como a remoção dos animais que seriam abatidos, somente sendo autorizado retorno das atividades após a reforma.

Por fim, cabe destacar que a gestão não economizará esforços no sentido de obter um espaço melhor para o cumprimento das normas ambientais e sanitárias, assegurando o consumo de carne e seus derivados pela população são joseense, seguindo os padrões exigidos.

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