
Depois de gozar férias em local incerto na última semana, o Prefeito de Sousa Fábio Tyrone (Cidadania) ao retornar, se deparou com uma situação de pandemia mundial, e foi logo tratando de tentar recuperar o tempo perdido que ele passou em descanso inoportuno, para ver se diminui a bola fora que ele deu.
Mas uma discussão em Brasília, capital do país, pode botar água no chopp, que diga-se de passagem, é muito apreciado por sua excelência, ou melhor, colocar álcool gel no seu plano de disputar a reeleição.
Acontece que com a projeção do Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta, que a Covid-19 (Corona Vírus) dure pelo menos até meados de setembro, os deputados e senadores já discutem o cancelamento das eleições municipais para prefeitos e vereadores que está marcada para ocorrer em 4 e 25 de outubro, estendendo por mais 2 anos os mandatos dos atuais políticos, e com isso ficam impedidos aqueles que teriam direito de disputar a reeleição de concorrer.
Mesmo que consiga a elegibilidade, o que é muito difícil, já que o STF tende a decretar o trânsito em julgado no processo conhecido como o processo das cores, Tyrone ficaria fora da disputa.
Além do gestor Sousense, ficariam impedidos também de concorrer, Ataíde Dinis do Lastro, Célio Aristóteles (Célio da Usina) de Vieirópolis, Paulo César de Santa Cruz, e Cláudio Antônio Marques (Coloral) de São José da Lagoa Tapada.
Salvan Mendes de Nazarezinho, Dr. João Bosco Filho de São Francisco, José Lins (Zé de Pedrinho) de Marizópolis já estão no 2º mandato, e estão naturalmente fora do pleito. Waldemir Oliveira de Aparecida é um caso que pode ir para a justiça, já que ele assumiu apenas em fevereiro de 2020, com mais de 75% do mandato concluído.