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Em artigo, engenheiro sousense lembra os grandes embates políticos e fala de ‘rasteiras’ entre companheiros de partido

Em artigo, engenheiro Manoel Emídio relembra a política de Sousa nos grandes embates.

Por: Redação Fonte: Da Redação do Debate Paraíba
13/03/2020 às 10h38 Atualizada em 16/03/2020 às 12h23
Em artigo, engenheiro sousense lembra os grandes embates políticos e fala de ‘rasteiras’ entre companheiros de partido
Engenheiro Manoel Emídio Sarmento. (Foto: Reprodução).

O engenheiro sousense Manoel Emídio escreveu um artigo em sua página do facebook. No artigo, Manoel Emídio lembra os grandes embates políticos, fala das traições que ocorreram durante o tempo da história da cidade de Sousa e critica o cenário atual na politica na terra dos dinossauros. 

Confira o artigo!

TUÍTA, DOIDO!

A política de Sousa perdeu a graça. Acabou-se o tempo de Mariz x Gadelha, onde se tinha até torcidas organizadas. Naquele tempo a cidade inteira se envolvia na campanha e até a doida Maria Caterina, tinha o seu candidato do coração.

Mariz chamava os Gadelha de carcarás da usina, para delírio de seus eleitores, enquanto Zé Gadelha quebrava panelas de barro no palanque, acusando os adversários de maus-feitos ― ainda não era de roubo.

E as passeatas gigantescas que rompiam madrugadas? E os comícios de encerramento, que amanheciam o dia? E as adesões de peso, que decidiam uma eleição, como as de Luiz de Oliveira e Geraldo Sarmento? E os discursos de Clarence, Mariz e Marcondão? E os showmans Romeu Abrantes, Gilberto Sarmento e Salomão Gadelha, que no palanque levavam o povo à loucura?

E hoje o que se vê? Nada! Apenas processos por improbidade e rasteiras até nos próprios companheiros de partido.

É por isso que tenho saudade do “descasca a Jurema”, do “acunha” e do “tuíta doido”.

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