
O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, afirmou ter sido vítima da Operação Calvário, que é alvo de uma perseguição política e acusou João Azevêdo de ter passado informações falsas à força-tarefa. As declarações foram dadas em entrevista à Rádio Nova Litoral Norte, do Vale do Mamanguape.
Na entrevista, Ricardo Coutinho foi perguntado sobre a Operação Calvário, no qual ele está envolvido. Ricardo chamou a operação de “perseguição”, afirmando que não há provas de que ele é responsável por corrupção. O ex-governador também falou que João Azevêdo (Cidadania) passou informações falsas para o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.
“Ninguém passa por uma perseguição dessa incólume. Na verdade, eu hoje, depois desse tempo todo, com denúncias e denúncias com nenhuma prova... São três anos de denúncia e não colocaram uma prova em cima da prova e digo mais, nunca colocarão. Nunca conseguirão um empresário que eu tenha achacado, nunca conseguirão um centavo em minha conta que não seja lícito, fruto do meu salário. Mas eles fizeram, da mesma forma que fizeram na Lava Jato, fazem isso com quem tem importância, e eu tenho importância”.
“Eu não posso ser culpado por uma coisa que eu acreditei e que eu me sacrifiquei, ou você acha que é pouco sofrimento alguém ser acusado de falsidades, de coisas que não fez. E aquela pessoa que você botou lá está produzindo provas falsas contra você ao se reunir com o Gaeco, isso é muito grave. Com o tempo a gente vai saber de muitas coisas, porque tudo vaza. A Vaza Jato demonstrou tudo isso. E nós vamos saber as entranhas de todo esse processo”, declarou.
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