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Bolsonaro baixa o nível e chama Barroso de "filho da p***" em Santa Catarina

Presidente atacou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante transmissão nas redes sociais.

Por: Redação Fonte: Correio Braziliense
06/08/2021 às 17h41
Bolsonaro baixa o nível e chama Barroso de
Foi então que o presidente disparou: "O filho da puta ainda trai gente dessa maneira. Aquele filho da puta do Barroso". (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro baixou o nível em transmissão de vídeo nesta sexta-feira (6) por meio das redes sociais. Bolsonaro chamou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, de "filho da puta". 

Em meio à escalada de ataques a integrantes do Supremo, o presidente desembarcou em Santa Catarina onde participou de uma palestra com empresários e de uma cerimônia de entrega da Ordem da Machadinha. Ao chegar ao local para o último evento, Bolsonaro cumprimentou seguidores, entre eles, um idoso que estava aglomerado na barra de contenção junto a outros apoiadores. O homem se emocionou ao tirar foto com Bolsonaro que pediu a seguranças que ele fosse retirado das grades e o acompanhasse.

Foi então que o presidente disparou: "O filho da puta ainda trai gente dessa maneira. Aquele filho da puta do Barroso". O vídeo foi apagado minutos depois.

Mais cedo, Bolsonaro disse que parte dos magistrados quer é "a volta da impunidade e da corrupção". No entanto, o presidente negou que estivesse atacando a Corte.

Contrariado após ter sido incluso pelo ministro Alexandre de Moraes no inquérito que apura fake news e ataques contra a Corte, ontem o chefe do Executivo afirmou que o ministro "é a mentira em pessoa"e que "sua hora vai chegar".

Bolsonaro também foi derrotado na votação do projeto que pedia o voto impresso. Por 23 votos a 11, a comissão especial da Câmara rejeitou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que torna obrigatório o voto auditável. O presidente tem ameaçado a realização das eleições de 2022, caso o texto não seja aprovado pelo Congresso.

Confira o vídeo:

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