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Advogados de DJ Ivis explicam confusão com o STF: ‘pedido de soltura foi feito por pessoas que não o representam’

O Ministro do STF, Gilmar Mendes, negou o pedido de soltura do artista

31/07/2021 às 15h24
Por: Redação Fonte: Polêmica Paraíba
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DJ Ivis é preso após a ex-mulher divulgar imagens em que é agredida por ele — Foto: Reprodução
DJ Ivis é preso após a ex-mulher divulgar imagens em que é agredida por ele — Foto: Reprodução

Na tarde da última quinta-feira (29), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, indeferiu um pedido de liberdade de Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, preso por agressões cometidas contra sua ex-mulher— a influenciadora Pamella Holanda. Após a repercussão do caso, os advogados do artista emitiram uma nota oficial onde explicam que a solicitação em questão não foi feita por eles, mas sim por pessoas que não representam o músico legalmente.

Leia na íntegra a nota de esclarecimento da defesa de DJ Ivis:

“Em relação às recentes notícias de que o STJ e o STF indeferiram os pedidos de Habeas Corpus de Iverson, a Defesa esclarece que não impetrou nenhum deles. Os dois pedidos foram realizados por duas pessoas que não são advogados constituídos nos autos do processo e por isso foram indeferidos. A OAB será acionada para apurar tais condutas por meio de processo administrativo disciplinar. Por hora, a Defesa aguarda o pronunciamento do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará e da Vara Criminal da Comarca do Eusébio, quanto aos pedidos de relaxamento da prisão preventiva e de revogação da prisão preventiva. Sua decretação e manutenção violam as normas processuais. As condutas praticadas por Iverson – reconhecidas por ele mesmo como graves e injustificáveis – devem ser investigadas e responsabilizadas em consonância com os pressupostos jurídicos do Estado Democrático de Direito, como a legalidade, a proporcionalidade e a justiça. A espetacularização midiática, a difusão de informações equivocadas, o oportunismo político, a ausência de autonomia profissional e o aproveitamento pessoal são incompatíveis com a ética, a responsabilidade e a justiça”.

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