
Uma agricultora identificada como Helidiany Saraiva Moura Ramalho, conhecida como Nega, procurou o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) de Monte Horebe, no Sertão paraibano, em busca de orientação sobre uma demanda relacionada ao Bolsa Família. Ela estava acompanhada do filho, Thales Rian, durante o atendimento.
Segundo o relato de Helidiany, ela teria sido destratada por funcionários do órgão enquanto buscava informações e orientações sobre o benefício. A agricultora afirma que se sentiu constrangida durante o atendimento e deixou o local sem uma resposta concreta ou esclarecimentos suficientes sobre a situação apresentada.
Ainda conforme o relato, a dificuldade não estaria restrita ao atendimento no CRAS. Helidiany afirma que teria percebido situações semelhantes em outros setores da administração pública municipal, com moradores que, segundo ela, procuram os serviços públicos em busca de orientação e acabam se sentindo desrespeitados ou sem a devida atenção.
O caso reacende o debate sobre a qualidade do atendimento oferecido nos serviços públicos e sobre a importância de garantir que cidadãos que procuram órgãos de assistência social sejam recebidos com respeito, informação e orientação adequada.
A reportagem deixa espaço para que a Prefeitura de Monte Horebe e a Secretaria responsável pelo CRAS apresentem sua versão sobre o episódio e esclareçam quais procedimentos são adotados para o atendimento à população e para demandas relacionadas ao Bolsa Família.